segunda-feira, 10 de outubro de 2011
- Infância.
Sinto inveja das crianças, sinto inveja do quão fácil é a vida deles, lidar com os 'problemas', conhecer as pessoas, jogar bola até mais tarde, brincar com os amigos de esconde-esconde, a simplicidade dos sentimentos, como era fácil se apaixonar por uma nova borboleta a cada dia, amar incondicionalmente uma simples formiga... Sem medo de se machucar, sem medo de ser feliz, simplesmente porque é legal! Ah! como eu sinto falta.. falta de quando eu não sabia o que era ter que me preocupar com o futuro, com minhas notas, com matérias como física, química, biologia.. quando matemática era só 1+1=2; 2+2=4; quando português era simplesmente o alfabeto, as silabas e aprender a ler.. ler.. como eu gostava quando minha mãe lia para mim, livros que eu achava engraçado, tinham várias gravuras e era tudo muito bonito!
Eu adorava ter os meus pais por perto, só me preocupava em qual seria a brincadeira do dia seguinte, qual o lápis de cor que eu usaria para pintar aquela revistinha que minha mãe comprou pra mim no dia anterior..
Eu vivia a minha vida intensamente e nem sequer sabia disso.. mas acho que ai é que está o ponto! Hoje tudo o que mais se quer é viver a vida intensamente e muitas vezes passamos a juventude toda procurando por isso, mas o segredo é exatamente o contrário, parar de procurar, simplesmente viver a vida, como se cada dia fosse o último, como se não houvesse amanhã, até que um dia realmente seja assim!
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